

A compra de aeronaves da Embraer pela LATAM é mais do que um negócio. É uma demonstração de que o Brasil continua capaz de produzir tecnologia de classe mundial, com política industrial. Enquanto muitos se acostumaram a exportar commodities e importar inovação, a Embraer segue provando o contrário.
A decisão da LATAM tem um significado ainda maior porque se soma à trajetória da Azul, que apostou na Embraer desde sua origem e ajudou a consolidar a presença dos jatos brasileiros nos céus do país e do mundo. Quando duas das principais companhias aéreas da América Latina escolhem aeronaves produzidas no Brasil, o mercado envia uma mensagem inequívoca sobre qualidade e competitividade.
Não por acaso. Há uma linha histórica que liga Santos Dumont, pioneiro que ensinou o mundo a voar, a Ozires Silva, que transformou conhecimento em indústria e criou uma das maiores fabricantes de aeronaves do planeta. A Embraer é fruto dessa visão: inteligência, engenharia e ousadia.
A decisão da LATAM reconhece uma verdade simples: competitividade não tem nacionalidade, tem competência. Os jatos E2 conquistam mercado porque são eficientes, econômicos e tecnologicamente avançados.
Num país acostumado a celebrar promessas, vale destacar realizações. A Embraer não pede aplausos; entrega resultados. E cada aeronave vendida, seja para a Azul, seja para a LATAM, leva consigo algo raro nos dias atuais: a prova concreta de que o Brasil pode competir, inovar e liderar nos setores mais sofisticados da economia mundial. #adiante

